Cena Triste
Lembro-me da época de moleque, na rua que meu amigo Mauro mora, do guardinha da rua que ficava lá durante o dia. Sempre que ficava conversando com o Mauro na porta da casa dele e o guardinha acabava chegando perto e ficávamos conversando. Isso aconteceu durante muito tempo.
Bem, pouco tempo atrás, depois deu ter voltado de Porto Alegre, vi esse mesmo guardinha, o Wilson, com a cara inchada e bem abatida. Achei aquela cena bem estranha. Conversando com o Mauro, fiquei sabendo que o Wilson estava já num grau avançado de alcoolismo. Fiquei bem chateado. Nunca tinha vivenciado um problema com uma pessoa que conheço.
Mais recente ainda foi vê-lo numa manhã que eu esperava o ônibus para ir trabalhar, e de repente vejo o Wilson perto do ponto, completamente embriagado e brigando com um mendigo que estava tão ruim ou pior que ele. Foi uma cena bem triste.
Na última quinta-feira (20/07/2006) estava com o caminhão guincho guiando o motorista até a minha casa. No meio do caminho vi o Wilson novamente, porém ele estava numa rua que ele não mora nem trabalha. Estava sentado no chão, com os chinelos nas mãos, se arrastando como se não conseguisse andar.
Fiquei bastante chocado com a cena. Hoje eu reflito se eu poderia fazer alguma coisa para ajudá-lo, independente do que for. Certamente que sim, mas não basta ficar na reflexão e nem lamentar pela situação alheia. Temos que fazer e não ficar no blá blá blá.
Bem, pouco tempo atrás, depois deu ter voltado de Porto Alegre, vi esse mesmo guardinha, o Wilson, com a cara inchada e bem abatida. Achei aquela cena bem estranha. Conversando com o Mauro, fiquei sabendo que o Wilson estava já num grau avançado de alcoolismo. Fiquei bem chateado. Nunca tinha vivenciado um problema com uma pessoa que conheço.
Mais recente ainda foi vê-lo numa manhã que eu esperava o ônibus para ir trabalhar, e de repente vejo o Wilson perto do ponto, completamente embriagado e brigando com um mendigo que estava tão ruim ou pior que ele. Foi uma cena bem triste.
Na última quinta-feira (20/07/2006) estava com o caminhão guincho guiando o motorista até a minha casa. No meio do caminho vi o Wilson novamente, porém ele estava numa rua que ele não mora nem trabalha. Estava sentado no chão, com os chinelos nas mãos, se arrastando como se não conseguisse andar.
Fiquei bastante chocado com a cena. Hoje eu reflito se eu poderia fazer alguma coisa para ajudá-lo, independente do que for. Certamente que sim, mas não basta ficar na reflexão e nem lamentar pela situação alheia. Temos que fazer e não ficar no blá blá blá.

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